quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Incerto

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Em um um só instante a vida nos rouba os sonhos. O futuro incerto que todos nós, (de tolos que somos), planejamos. Aquele abraço que adiamos por medo ou vergonha, aquele beijo que tanto queríamos. Adiamos desejos, atitudes, e até sentimentos. A vida se encarrega de nos mostrar que nossas atitudes fazem a diferença, mas que não somos donos de nós mesmos. ''O senhor dá, o senhor tira". Já que não conheço a morte, prefiro dizer que a vida nos prega peças, e que a morte é uma delas. A morte nos serve de lembrete ante a nossa insignificância. Não temos certeza de onde viemos e nem para onde vamos, mas sabemos que aquela prática tão extinta é realmente o fator essencial de estarmos aqui, “amai-vos uns aos outros". De todos os inventos, de todos os sentimentos, nunca houve melhor forma de se viver bem do que amar o próximo como a ti mesmo. Mas quem consegue fazer isso? Não sei quem falou, mas tem uma frase que diz o seguinte: "Devemos amar nosso semelhante, mas onde está o meu semelhante?" Apesar de parecermos tão diferentes, somos iguais na nossa essência, 'fabricamos' os mesmo sentimentos, mas por uma razão que desconheço agimos cada um em sua mais magnifica peculiaridade.

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